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15/07/2014 21:59

A dor de cabeça na gravidez é um problema muito comum. Apesar de ocorrerem mais vezes durante o primeiro trimestre, nos restantes meses podem também aparecer.

As principais causas para a dor de cabeça na gravidez são a elevação do volume sanguíneo, diminuição da glicose no sangue e as mudanças hormonais.

O maior fluxo de sangue, aliado ao aumento do estrogénio, leva ao congestionamento sanguíneo, o que provoca a dor de cabeça.

O tratamento habitualmente é feito com paracetamol, medicamento que as grávidas podem tomar.

Tratamento para dor de cabeça na gravidez

Como o paracetamol não influencia o desenvolvimento fetal, a grávida pode tomar este medicamento. De qualquer modo, deve sempre consultar o seu médico antes de tomar qualquer medicação.

Geralmente, o paracetamol deve ser tomado de 6 em 6 ou de 8 em 8 horas. Por vezes, o paracetamol não é suficiente, devendo a grávida complementar com um duche ou compressas frias.

Este é o tratamento habitual para a dor de cabeça na gravidez. No entanto, se as dores de cabeça já eram frequentes antes de engravidar, provavelmente os medicamentos não irão resolver o problema.

Sintomas que a devem fazer ir ao médico

Quando a dor de cabeça na gravidez aparece isoladamente, apesar de desagradável, ela é bastante inofensiva, e acabará por desaparecer.

Contudo, quando surge acompanhada de outros sintomas, pode ser sinal de algo mais grave. Se a dor de cabeça na gravidez surgir acompanhada de um dos seguintes sintomas, deve consultar o seu médico obstetra:

- aumento brusco de peso, dores abdominais na zona superior direita, visão com manchas e inchaço na cara ou nas mãos;
- enjoos e vómitos;
- rigidez no pescoço e febre;
- dificuldade em articular sons e visão distorcida;
- dor de cabeça repentina e violenta;
- pressão na zona abaixo dos olhos (ou dor de dentes) e congestão nasal;
- dor de cabeça persistente e frequente, mesmo com tratamento.

Como prevenir a dor de cabeça na gravidez

Tendo em conta as causas mais comuns da dor de cabeça na gravidez, há vários cuidados que deve ter para prevenir o seu aparecimento.

Siga as seguintes sugestões, e reduza as hipóteses de ter menos dores de cabeça durante a gestação:

- não durma de barriga para cima;
- coma frequentemente, de forma a prevenir a hipoglicemia;
- não fique demasiado tempo parada;
- evite bebidas alcoólicas;
- faça exercício físico regularmente (adequado para grávidas);
- fuja das situações stressantes.

 

15/07/2014 21:59

A dor de cabeça na gravidez é um problema muito comum. Apesar de ocorrerem mais vezes durante o primeiro trimestre, nos restantes meses podem também aparecer.

As principais causas para a dor de cabeça na gravidez são a elevação do volume sanguíneo, diminuição da glicose no sangue e as mudanças hormonais.

O maior fluxo de sangue, aliado ao aumento do estrogénio, leva ao congestionamento sanguíneo, o que provoca a dor de cabeça.

O tratamento habitualmente é feito com paracetamol, medicamento que as grávidas podem tomar.

Tratamento para dor de cabeça na gravidez

Como o paracetamol não influencia o desenvolvimento fetal, a grávida pode tomar este medicamento. De qualquer modo, deve sempre consultar o seu médico antes de tomar qualquer medicação.

Geralmente, o paracetamol deve ser tomado de 6 em 6 ou de 8 em 8 horas. Por vezes, o paracetamol não é suficiente, devendo a grávida complementar com um duche ou compressas frias.

Este é o tratamento habitual para a dor de cabeça na gravidez. No entanto, se as dores de cabeça já eram frequentes antes de engravidar, provavelmente os medicamentos não irão resolver o problema.

Sintomas que a devem fazer ir ao médico

Quando a dor de cabeça na gravidez aparece isoladamente, apesar de desagradável, ela é bastante inofensiva, e acabará por desaparecer.

Contudo, quando surge acompanhada de outros sintomas, pode ser sinal de algo mais grave. Se a dor de cabeça na gravidez surgir acompanhada de um dos seguintes sintomas, deve consultar o seu médico obstetra:

- aumento brusco de peso, dores abdominais na zona superior direita, visão com manchas e inchaço na cara ou nas mãos;
- enjoos e vómitos;
- rigidez no pescoço e febre;
- dificuldade em articular sons e visão distorcida;
- dor de cabeça repentina e violenta;
- pressão na zona abaixo dos olhos (ou dor de dentes) e congestão nasal;
- dor de cabeça persistente e frequente, mesmo com tratamento.

Como prevenir a dor de cabeça na gravidez

Tendo em conta as causas mais comuns da dor de cabeça na gravidez, há vários cuidados que deve ter para prevenir o seu aparecimento.

Siga as seguintes sugestões, e reduza as hipóteses de ter menos dores de cabeça durante a gestação:

- não durma de barriga para cima;
- coma frequentemente, de forma a prevenir a hipoglicemia;
- não fique demasiado tempo parada;
- evite bebidas alcoólicas;
- faça exercício físico regularmente (adequado para grávidas);
- fuja das situações stressantes.

 

13/07/2014 11:01

As estrias surgem quando se dá um rompimento das fibras elásticas que sustentam a camada intermediária da pele, formada por colagénio e elastina, as estrias são mais comuns nas mamas, quadris, culotes, coxas e nádegas. A maioria das grávidas ganha estrias durante a gravidez, estima-se que cerca de 90 % das grávidas tenha estrias, isto acontece devido ao aumento do peso na gravidez.

As estrias nas gravidez são conhecidas como striae gravidarum, e começam a surgir no segundo trimestre, a quantidade e a intensidade das estrias varia de mulher para mulher. Numa gravides múltipla, a probabilidade de desenvolver estrias é ainda maior.

Dicas para evitar e tratar as estrias

Infelizmente, pouco há a fazer, especialmente, se tiver indicadores genéticos para o seu aparecimento, mas pode sempre tentar atenuar o dano.

Hidratação

O primeiro e principal passo é a hidratação, deve manter a pele bem hidratada, beba bastante água ao longo do dia e hidrate a pele com cremes e loções específicas. Aplique diariamente um bom creme anti estrias específico e aplique nos seios, no ventre, nas nádegas e na parte superior das coxas, onde é mais frequente aparecerem estrias.

Alimentação

A alimentação é também uma excelente aliada para combater as estrias, faça uma alimentação saudável rica em vitaminas C e A, inclua na sua alimentação diárias alimentos como laranjas, tomates, cenouras, pimentos e mangas. Deve ainda fazer uma alimentação balanceada de forma a não engordar mais do que o aconselhável durante toda a gravidez, quanto mais engordar, mais a pele estica e mais possibilidades tem de ter estrias, mas evite dietas loucas, afinal está grávida e é importante ter cuidados com a sua alimentação, evite apenas alimentos fritos, gordurosos e demasiado doces.

Exercício físico

O exercício físico é muito importante para evitar o aumento excessivo do peso. Aconselhe-se com o seu médico sobre os exercícios mais adequados para as grávidas.

Roupa

Com o aumento do peso na gravidez é importante adequar o seu guarda-roupa às novas formas, roupa demasiado apertada pode levar ao aparecimento de estrias, opte por um sutiã adaptado ao tamanho da mama e roupas folgadas e de algodão, que permitam a pele respirar.

13/07/2014 10:59

Neste artigo iremos abordar o parto de cócoras: como se realiza, quais as suas vantagens, e ainda, as contraindicações.

O momento do nascimento do filho é das experiências mais importantes que uma mulher sentirá em toda a sua vida. É um misto de dor e alegria, que marca a saída do bebé do útero da mãe.

A escolha do tipo de parto pode ter influência na rapidez e na dor que a mãe sente nesse momento.

Como se realiza o parto de cócoras

Parto de Cócoras

 

 

O parto de cócoras realiza-se da mesma forma como o parto natural, mas em vez de a grávida ficar na posição normal, deitada com as pernas fletidas, ela tem o parto de cócoras.

Esta posição ajuda a alargar mais a pelve, que resulta num maior relaxamento dos músculos dessa zona.

Dessa forma, a posição de cócoras no parto facilita a saída do bebé.

Vantagens do parto de cócoras

 

Como explicamos em cima, o parto de cócoras permite que a pelve se alargue mais que noutras posições, o que resulta em vários benefícios para a mãe e para o bebé no momento do parto. De seguida conheça todas as vantagens do parto de cócoras.

- Maior alargamento da pelve, facilitando a saída do bebé;
- Parto mais rápido;
- Parto menos doloroso;
- Aproveitamento mais eficaz da força que a mãe faz no parto;
- Maior facilidade de movimento por parte da mãe, já que não tem que estar deitada;
- Parto menos traumático para o períneo;
- Circulação sanguínea superior aos dos outros partos, o que ajuda nas contrações e na saúde do bebé;

Contraindicações do parto de cócoras

 

Apesar deste tipo de parto ser um dos mais vantajosos para a mãe e para o bebé, ele não é indicado para todas as grávidas.

Existem situações de risco relacionados com a mãe e com o bebé, onde o parto natural não é indicado, tal como uma gravidez de risco, um bebé demasiado grande, um bebé que não esteja na posição correta para nascer, ou quando a mãe não consegue atingir a dilatação necessária para o parto. Nestes casos, o parto de cócoras é contraindicado.

Parto de cócoras: sim ou não?

 

O parto de cócoras é uma excelente alternativa às outras formas de parto, tendo várias e importantes vantagens.

No entanto, é essencial que a grávida seja saudável e tenha uma forma física que lhe permita manter-se na posição de cócoras durante algum tempo e com alguma flexibilidade.

Se escolher este tipo de parto, pode ainda fazer epidural.

13/07/2014 10:54

Com a data prevista para o parto a chegar, está na altura de preparar tudo o que tem de levar para a maternidade.

Sendo uma altura de grande ansiedade, os preparativos são uma parte importante na gestão emocional da futura mãe.

Além de ser algo necessário, esta preparação ajuda também a grávida a ter a mente ativa e mais tranquila.

Neste artigo pode saber o que deve levar a bolsa de maternidade, tanto para a grávida como para o bebé.

Bolsa maternidade – o que levar?

Apesar de existir uma data prevista para o parto, nem sempre o nascimento ocorrer nesse dia. Logo, é aconselhável que a bolsa maternidade esteja pronta quando tiver 36 semanas de gravidez, pois a partir desta data o nascimento pode ocorrer em qualquer altura.

Além disso, a preparação da bolsa deixa de ser um motivo de stress em caso de entrar em trabalho de parto. De seguida pode conhecer a lista de itens que a bolsa maternidade deve conter.

Bolsa maternidade o que levar?


 

Malinha da mãe

- documentos pessoais;
- últimos exames realizados durante a gravidez;
- 5 cuecas: elas devem ser grandes e confortáveis, já que irá ter que as usar com absorventes grandes. De preferência, use-as pelo menos uma vez durante a gravidez para verificar se estão confortáveis. Pode também preferir cuecas descartáveis, devendo neste caso levar 15;
- 3 pijamas: deve ter abertura à frente para mais facilmente amamentar o bebé;
- soutien de amamentação;
- robe;
- Chinelos;
- Meias;
- discos absorventes para o seios;
- creme protetor dos mamilos;
- pensos higiénicos: é habitual existir hemorragia vaginal após o parto, seja ele natural ou por cesariana;
-produtos de higiene pessoal: champô, condicionador, desodorizante, sabonete, escova de dentes, pasta, creme hidratante para a cara e escova;
- revistas ou livros para ler;
- máquina fotográfica carregada;
- Roupas confortáveis para o dia que sair da maternidade.

Malinha do bebé

- 6 macacões;
- 6 bodys;
- 6 calcinhas com pé;
- uma manta de algodão;
- dois casaquinhos de lã;
- duas chupetas com tamanhos diferentes;
- 6 fraldas de tecido;
- 3 pares de meias ou sapatinhos de tecido;
- um gorro;
- 2 toalhas de banho;
- fraldas descartáveis: se a maternidade der, não necessita de levar. Se não disponibilizar, deve levar 4 por cada dia que lá estiver (entre 12 a 16).

09/07/2014 20:35

Dormir bem é essencial em qualquer altura da vida, e ainda mais, quando se carrega um filho dentro de si.

No entanto, com a barriga mais saliente, as posições para dormir tornam-se limitadas, gerando por vezes algum desconforto.

Aqui poderá saber mais sobre posições de dormir, e ainda, quando é que a gestante não deve dormir de lado.

Posições de dormir da grávida

Nos primeiros meses da gestação, geralmente até ao quinto mês, a grávida pode dormir em qualquer posição. O aumento da barriga ainda é pequeno, e não influencia a posição, nem incomoda na hora de ir dormir.

Além disso, devido ao tamanho do bebé ser ainda reduzido, não há risco de criar incómodo ou apertar o bebé. Contudo, com o crescimento do bebé, também a barriga aumenta de volume.

Geralmente a partir do 6º mês, a barriga encontra-se já bastante saliente, tornando mais limitadas as suas opções de posição de dormir.

Nesta fase, há duas posições menos adequadas para a grávida: dormir de lado e dormir com a barriga para cima.

De seguida explicaremos as razões pelas quais não deve optar por estas posições nos últimos meses da gestação.

Porque é que as grávidas não devem dormir de lado

Nos últimos meses da gravidez, as gestantes não devem dormir de lado, já que esta posição comprime as artérias do útero, podendo comprometer a chegada de nutrientes e de oxigénio ao bebé.

Nesta fase da gestação, o ideal é dormir virada para o seu lado esquerdo, de preferência, com várias almofadas, de modo a encontrar um ponto de conforto para o seu sono.

O facto de dormir virada para o lado esquerdo, o lado onde se encontra o coração, irá favorecer a circulação sanguínea, garantindo que o bebé continue a receber de uma forma fluida, a corrente sanguínea, com os seus nutrientes e oxigénio.

Porque é que as grávidas não devem dormir de barriga para cima

Também neste caso, estamos apenas a falar dos últimos meses.

Até aos 5/6 meses, poderá utilizar esta posição. No entanto, na fase final da gravidez, a barriga está bastante volumosa, e dormir com a barriga virada para cima pode causar dificuldades respiratórias e falta de ar na gestante, com as respetivas consequências também para o bebé.

Grávidas não devem dormir de Lado

08/07/2014 21:45

A pele de um bebé é por norma muito suave e macia. Por isso, quando aparece algo que não entre nesta definição, é porque há algo de errado.

Duas das causas mais comuns para o aparecimento de alterações na pele de um bebé são irritações e alergias.

Mas qual é a diferença entre ambas? Esta não é uma resposta fácil, e apenas pode ser dada por um médico.

Em baixo pode saber o que é uma alergia, qual a diferença entre a alergia e a irritação, e ainda, o que pode fazer caso ocorra alergia na pele do bebé.

O que é uma alergia?

Uma alergia é uma reação do sistema imunitário contra uma substância que entre em contacto com o organismo.

Esta substância tem o nome de alérgeno, e ao entrar em contacto com o organismo, seja através da sua ingestão, inalação, ou mesmo o simples contacto com a pele, irá provocar uma reação do sistema imunitário.

Esta reação leva à produção de vários compostos químicos no sangue, que irá provocar os conhecidos sintomas das alergias: irritação na garganta, congestão nasal, olhos vermelhos e lacrimejantes, comichão no nariz, diarreia, entre outros.

Outro sintoma comum nas alergias é o aparecimento de manchas vermelhas no corpo, acompanhadas de comichão, também chamadas de urticária.

No caso de alergia na pele do bebé, este último sintoma é muitas vezes confundido com irritação da pele. De seguida conheça a diferença entre uma irritação e uma alergia.

Qual a diferença entre uma irritação e uma alergia ?

Para um leigo na matéria, a diferença não existe. Em ambos os casos, a pele fica irritada, vermelha e com comichão.

Contudo, a grande diferença é a causa desse problema. Um médico, que conheça a história médica do bebé, conseguirá perceber se a alergia na pele do bebé é realmente uma reação alérgica ou uma simples irritação.

Por exemplo, um bebé que tenha pais com algum tipo de alergias, sejam elas cutâneas, alimentares ou respiratórias, tem mais hipóteses de também ele ter uma alergia.

Além disso, bebés com asma e bronquite têm geralmente algum tipo de alergia na pele.

Tratamento da alergia na pele do bebé

Uma alergia é um problema crónico, que existirá durante a vida do bebé. Contudo, o facto de não ter cura não significa que não possa ser controlada.

O tratamento da alergia na pele do bebé é tão simples quanto evitar todos os produtos e substâncias que ativem a reação alérgica.

Por exemplo, se o seu bebé faz alergia na pele com algum produto de higiene, simplesmente use outro, mais adequado ao seu filho.

Eventualmente, pode ser utilizada alguma medicação própria, mas na maior parte dos casos, basta evitar a origem da alergia.

Alergia na pele do bebé

05/07/2014 21:25

Quando pensamos no sono de um bebé, a imagem que nos vem à cabeça é silêncio, tranquilidade e calma. Contudo, muitos bebés têm um sono bem ruidoso logo desde os primeiros dias, roncando enquanto dormem

E muitos pais, perante esta situação perguntam-se: “Bebé roncar é normal?” Apesar de roncar à noite ser algo normal, a verdade é que qualquer ronco durante o sono tem alguma causa por trás. Conheça aqui as possíveis origens do ronco do seu bebé.

Causas do ronco do bebê

O ronco durante o sono, seja em que idade for, é sempre sinónimo de algum problema. Este pode ser agudo e momentâneo, ou então crónico, permanecendo durante a vida.

Contudo, seja uma situação esporádica ou não, o ronco significa sempre que há um estreitamento das vias aéreas superiores, que torna a passagem de ar mais difícil, e daí o ronco.

De seguida conheça as várias causas do ronco de um bebê.

 Os recém-nascidos, por vezes, logo após o nascer, podem ter alguma obstrução nasal, que provoca o ronco. Geralmente, nestes casos, o bebê espirra muito, e devido à dificuldade em respirar, não consegue mamar facilmente. Esta é uma situação aguda, pois é temporária. Durante estes meses, os pais devem limpar as cavidades nasais com soro fisiológico ou com auxílio da máquina de vapor.

- Nos primeiros meses o bebê pode também roncar devido a algum resfriado ou gripe, que irão obstruir as vias aéreas, provocando o sono mais ruidoso.

- No caso de bebés que roncam desde que nasceram, não tendo esse sintoma desaparecido, deve ser consultado o pediatra, pois pode existir uma alteração congénita denominada de laringomalácia. Este problema resolve-se geralmente sozinho com o crescimento, mas enquanto existe, pode influenciar negativamente no desenvolvimento do bebê. Como tem dificuldade em respirar, o bebê terá igualmente dificuldade em comer. Isso provocará um menor aumento de peso e um desenvolvimento neurológico mais lento.

- Nos primeiros anos, uma das principais causas do ronco em bebés é o aumento do tamanho da adenoide ou das amígdalas. Este aumento irá reduzir a passagem do ar nas vias respiratórias, provocando o ronco. Se sentir no seu filho ronco regular durante o sono, juntamente com ocasiões regulares de infeções e de pouco apetite, deve consultar o pediatra.

- Outras causas possíveis são a apneia do sono, ou ainda, o refluxo-gastro-esofágico. Nestes casos, o ronco é apenas um dos sintomas.

Caso o ronco do seu bebé persista, deve consultar o pediatra, de forma a se perceber qual a causa, para assim se tratar o mais depressa possível.
  Bebê roncar é normal?

05/07/2014 21:16

Parece que quase todas as crianças nascem programadas para detestar comer legumes, ou qualquer outro alimento verde. A maioria das crianças sente repulsa às verduras e legumes, o que torna a tarefa dos pais complicada, principalmente, quando este sentimento é vinculado pela televisão, pelos amigos e, muitas vezes, pelos próprios pais.
Os legumes são fundamentais para uma alimentação equilibrada e saudável com inúmeros benefícios para a nossa saúde.

Alguns benefícios dos legumes

Anti-inflamatórios;

  • Reduzem o colesterol;
  • Diminuem a pressão arterial;
  • Antioxidantes naturais;
  • Reduzem o risco de doenças cardíacas.

Como fazer com que as crianças comam legumes

O primeiro e principal passo é fazer deste tipo de alimentos uma contante em todas as refeições da criança, mas não só da criança, mas de toda a família, se o pai não come porque é que a criança tem de comer?

Deve variar no tipo de legumes e variar no modo como o cozinha e o apresenta.

Crie pratos decorados com carinha de vegetais, pode procurar na net, existem imensas imagens e propostas para cativar os seus filhos.

Leve o seu filho ao supermercado ou mercado e deixe que seja ele a escolher os legumes, deve também pedir a sua participação na preparação dos pratos, principalmente, no caso de saladas ou de sumos. Eles vão adorar comer aquilo que cozinharam.

Quando for ao supermercado deixe de lado os pacotes de bolachas, batatas e salgados e traga variedade de legumes e frutas, quando não podem escolher as crianças comem aquilo que há. Limite as suas escolhas a alimentos saudáveis.

Como fazer com que as crianças comam legumes

05/07/2014 14:12

Uma gravidez ectópica é uma gestação onde o ovo não se implanta no útero, mas sim noutro qualquer local do sistema reprodutor feminino.

Tendo apenas o útero as condições necessárias para a implantação e desenvolvimento do embrião, qualquer gravidez noutro local não terá sucesso, devendo ser terminada, de forma a não provocar danos graves à saúde da mulher.

Um dos tipos de gravidez ectópica é a gravidez nas trompas. Neste artigo poderá conhecer as causas, sintomas e tratamento de uma gravidez nas trompas.

Causas da gravidez nas trompas

Geralmente, a causa de uma gravidez nas trompas está relacionada com algum tipo de obstrução, que impeça a passagem do óvulo fecundado ou por fecundar para o útero.

Assim, se ocorrer fecundação, o óvulo irá implantar-se nas trompas. Entre as causas mais frequentes da gravidez nas trompas incluem-se tratamentos de reprodução assistida, a utilização do DIU, da pílula do dia seguinte, lesões ou cirurgias nas trompas, e ainda, como resultado de uma infeção pélvica.

Como fatores de risco existem ainda a idade superior a 35 anos e uma gestação ectópica prévia.

Sintomas da gravidez nas trompas

Logo que ocorra a implantação do embrião nas trompas, os sintomas começarão a aparecer. Assim, os sinais que podem indicar este problema incluem sangue nas fezes, dores durante a micção ou ao defecar, e ainda, dores frequentes na zona abdominal.

Havendo uma gravidez, podem também surgir alguns sintomas normais da gravidez, como aumento dos seios, enjoos e vómitos.

Se estes sintomas aparecerem de forma regular, deverá consultar um médico.

Ao suspeitar de uma gravidez nas trompas, ele irá pedir um ultrassom abdominal e um exame de dosagem sanguínea de Beta HCG.

Tratamento da gravidez nas trompas

Antes de mais é importante referir que num caso de gravidez nas trompas não existe qualquer hipótese de a gestação continuar.

As paredes das trompas de Falópio não oferecem as condições necessárias para o desenvolvimento do embrião, e como tal, quanto mais tempo permanecer aí, mais hipóteses existem de haver um rompimento das trompas, com consequências graves para a mulher.

Assim, depois de detetado o problema, bastam alguns tratamentos simples e medicação, para que se resolva.

Contudo, em caso de rompimento das trompas, é necessário uma cirurgia de emergência para estancar a hemorragia interna.

Gravidez nas trompas

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